O filme, Manual Prático da Vingança Lucrativa, marca o retorno de Glen Powell às telonas em uma história que mistura humor ácido, ambição e provocação social. Dirigido por John Patton Ford, conhecido por Emily, a Criminosa, o longa aposta em uma narrativa ousada para refletir sobre dinheiro, privilégio e moralidade.
Distribuído pela Diamond Films, o lançamento chega aos cinemas brasileiros em 26 de fevereiro, apresentando um protagonista disposto a tudo para mudar de vida.
Uma trama de ambição e vingança
Na história, Becket Redfellow (Powell) é um jovem determinado a conquistar a vida de luxo que sempre sonhou. Para isso, ele cria um plano extremo: eliminar parentes que o impedem de herdar a fortuna do avô. A princípio, a motivação parece justa — vingar a mãe abandonada pela família. Contudo, conforme avança, a sede de poder passa a falar mais alto que seus valores.
Assim, o longa constrói um anti-herói carismático e questionável, levando o público a refletir se ainda é possível torcer por ele.
Inspiração clássica e crítica social
O roteiro se inspira livremente em As Oito Vítimas, obra do cineasta Robert Hamer, para explorar como a riqueza influencia comportamentos. Segundo Ford, um dos pontos mais fascinantes foi mostrar diferentes versões de poder financeiro e o impacto que elas causam nas pessoas.
Por exemplo, enquanto um primo usa o sobrenome para obter status artístico, outro constrói influência como líder religioso. Dessa forma, Manual Prático da Vingança Lucrativa transforma parentes detestáveis em peças essenciais de sua sátira.
Elenco de peso reforça a narrativa
Além de Powell, o elenco reúne nomes reconhecidos como Bill Camp, visto em The Mastermind, e também Ed Harris (Love Lies Bleeding), Margaret Qualley (A Substância), Topher Grace (Infiltrado na Klan), Jessica Henwick (Matrix Resurrections) e Zach Woods (Avenue 5).
Com isso, o filme ganha múltiplas camadas de atuação, ampliando o tom satírico e o impacto dramático.
Humor perverso e provocação moral
Para Powell, a produção foge totalmente da ideia tradicional de vingança fria. Segundo o ator, trata-se de um thriller divertido, provocador e cheio de energia. Portanto, o longa aposta na ironia para transformar o espectador em cúmplice da jornada de Becket, fazendo-o questionar até onde iria por dinheiro e status.





