Globo de Ouro vencedores

Globo de Ouro 2025 | Confira a lista completa de vencedores

Confira os vencedores do Globo de Ouro 2025 em tempo real! Acompanhe a premiação da TV e do cinema com atualizações ao vivo das principais categorias.

O Globo de Ouro 2025 chegou trazendo mais uma celebração do que há de melhor no cinema e na televisão mundial! Este ano, a premiação está ainda mais especial para nós, brasileiros, com a presença marcante da atriz Fernanda Torres, indicada na categoria de Melhor Atriz em Filme de Drama por sua atuação impecável no longa-metragem Ainda Estou Aqui. Além disso, o filme também está concorrendo ao título de Melhor Filme Internacional, reforçando o talento e a criatividade do cinema brasileiro no cenário global.

Em uma noite repleta de glamour, emoção e grandes performances, o Globo de Ouro promete surpresas e momentos inesquecíveis. Aqui em nosso site, você confere a lista completa de vencedores, atualizada em tempo real, para não perder nenhum detalhe dessa celebração icônica.

Fique ligado e acompanhe conosco essa jornada emocionante, celebrando as conquistas e torcendo pelo reconhecimento do nosso talento nacional em uma das maiores premiações do entretenimento!

MELHOR FILME DE DRAMA
  • O Brutalista | VENCEDOR
  • Um Completo Desconhecido
  • Conclave
  • Duna: Parte 2
  • Nickel Boys
  • Setembro 5
MELHOR FILME DE COMÉDIA OU MUSICAL
  • Anora
  • Rivais
  • Emilia Pérez | VENDEDOR
  • A Verdadeira Dor
  • A Substância
  • Wicked
MELHOR SÉRIE DE DRAMA
  • O Dia do Chacal
  • A Diplomata
  • Sr. e Sra. Smith
  • Xógum | VENCEDOR
  • Slow Horses
  • Round 6
MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA OU MUSICAL
  • Abbott Elementary
  • O Urso
  • The Gentlemen
  • Hacks | VENCEDOR
  • Ninguém Quer
  • Only Murders in the Building
MELHOR MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV
  • Monstros: Irmãos Menendez
  • Bebê Rena | VENCEDOR
  • Difamação
  • Pinguim
  • True Detective: Terra Noturna
  • Ripley
MELHOR DIREÇÃO DE FILME
  • Sean Baker – Anora
  • Jacques Audiard – Emilia Pérez
  • Payal Kapadia – Tudo que Imaginamos como Luz
  • Brady Corbet – O Brutalista | VENCEDOR
  • Coralie Fargeat – A Substância
  • Edward Berger – Conclave
MELHOR ATRIZ EM FILME DE DRAMA
  • Angelina Jolie – Maria Callas
  • Nicole Kidman – Babygirl
  • Tilda Swinton – O Quarto ao Lado
  • Fernanda Torres – Ainda Estou Aqui | VENCEDORA
  • Pamela Anderson – The Last Showgirl
  • Kate Winslet – Lee
MELHOR ATOR EM FILME DE DRAMA
  • Adrien Brody – O Brutalista | VENCEDOR
  • Timothée Chalamet – Um Completo Desconhecido
  • Daniel Craig – Queer
  • Colman Domingo – Sing Sing
  • Ralph Fiennes – Conclave
  • Sebastian Stan – O Aprendiz
MELHOR ATRIZ EM FILME DE COMÉDIA OU MUSICAL
  • Amy Adams – Canina
  • Cynthia Erivo – Wicked
  • Karla Sofía Gascón – Emilia Pérez
  • Mikey Madison – Anora
  • Demi Moore – A Substância | VENCEDORA
  • Zendaya – Rivais
MELHOR ATOR EM FILME DE COMÉDIA OU MUSICAL
  • Jesse Plemons – Tipos de Gentileza
  • Glen Powell – Assassino por Acaso
  • Gabriel LaBelle – Saturday Night
  • Jesse Eisenberg – A Verdadeira Dor
  • Sebastian Stan – Um Homem Diferente | VENCEDOR
  • Hugh Grant – Herege
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
  • Zoe Saldaña – Emilia Pérez | VENCEDORA
  • Isabella Rossellini – Conclave
  • Selena Gomez – Emilia Pérez
  • Ariana Grande – Wicked
  • Felicity Jones – O Brutalista
  • Margaret Qualley – A Substância
MELHOR ATOR COADJUVANTE
  • Yura Borisov – Anora
  • Kieran Culkin – A Verdadeira Dor | VENDEDOR
  • Edward Norton – Um Completo Desconhecido
  • Guy Pearce – O Brutalista 
  • Jeremy Strong – O Aprendiz
  • Denzel Washington – Gladiador II
MELHOR FILME INTERNACIONAL
  • Emilia Pérez (França) | VENCEDOR
  • A Semente da Figueira Sagrada (Alemanha)
  • Ainda Estou Aqui (Brasil)
  • Tudo que Imaginamos como Luz (Índia)
  • The Girl with the Needle (Dinamarca)
  • Vermiglio (Itália)
MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO
  • Robô Selvagem
  • Divertida Mente 2
  • Flow | VENCEDOR
  • Memórias de um Caracol
  • Moana 2
  • Wallace & Gromit: Avengança
MELHOR ROTEIRO DE FILME
  • Emilia Pérez
  • Anora
  • O Brutalista
  • A Verdadeira Dor
  • A Substância
  • Conclave | VENCEDOR
MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL DE FILME
  • Duna: Parte 2
  • Conclave
  • Emilia Pérez
  • O Brutalista
  • Rivais | VENCEDOR
  • Robô Selvagem
MELHOR CANÇÃO ORIGINAL DE FILME
  • The Last Showgirl – Beautiful That Way
  • Rivais – Compress/Repress
  • Emilia Pérez – El Mal | VENCEDOR
  • Better Man – Forbidden Road
  • Robô Selvagem – Kiss the Sky
  • Emilia Pérez – Mi Camino
CONQUISTA CINEMATOGRÁFICA E DE BILHETERIA
  • Deadpool & Wolverine
  • Divertida Mente 2
  • Gladiador 2
  • Wicked | VENCEDOR
  • Beetlejuice Beetlejuice: Os Fantasmas Ainda Se Divertem
  • Robô Selvagem
  • Twisters
  • Alien: Romulus
MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA
  • Donald Glover – Sr. e Sra. Smith
  • Jake Gyllenhaal – Acima de Qualquer Suspeita
  • Gary Oldman – Slow Horses
  • Eddie Redmayne – O Dia do Chacal
  • Hiroyuki Sanada – Xógum | VENDEDOR
  • Billy Bob Thornton – Landman
MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA OU MUSICAL
  • Adam Brody – Ninguém Quer
  • Ted Danson – Um Espião Infiltrado
  • Steve Martin – Only Murders in the Building
  • Jason Segel – Falando a Real
  • Martin Short – Only Murders in the Building
  • Jeremy Allen White – O Urso | VENCEDOR
MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA
  • Kathy Bates – Matlock
  • Emma D’Arcy – A Casa do Dragão
  • Maya Erskine – Sr. e Sra. Smith
  • Keira Knightley – Black Doves
  • Keri Russell – A Diplomata
  • Anna Sawai – Xógum | VENCEDORA
MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA OU MUSICAL
  • Kathryn Hahn – Agatha Desde Sempre
  • Jean Smart – Hacks | VENCEDORA
  • Quinta Brunson – Abbott Elementary
  • Selena Gomez – Only Murders in the Building
  • Ayo Edebiri – O Urso
  • Kristen Bell – Ninguém Quer
MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV
  • Richard Gadd – Bebê Rena
  • Colin Farrell – Pinguim | VENCEDOR
  • Cooper Koch – Monstros
  • Ewan McGregor – A Gentleman in Moscow
  • Andrew Scott – Ripley
  • Kevin Kline – Difamação
MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV
  • Jodie Foster – True Detective: Terra Noturna | VENCEDORA
  • Cate Blanchett – Difamação
  • Sofía Vergara – Griselda
  • Cristin Milioti – Pinguim
  • Kate Winslet – O Regime
  • Naomi Watts – Feud
MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE
  • Tadanobu Asano – Xógum | VENCEDOR
  • Javier Bardem – Monstros: Irmãos Menendez 
  • Harrison Ford – Falando a Real
  • Jack Lowden – Slow Horses
  • Diego Luna – La Maquina
  • Ebon Moss-Bachrach – O Urso
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE
  • Liza Colón-Zayas – O Urso
  • Hannah Einbinder – Hacks
  • Dakota Fanning – Ripley
  • Jessica Gunning – Bebê Rena | VENCEDORA
  • Allison Janney – A Diplomata
  • Kali Reis – True Detective: Night Country
MELHOR PERFORMANCE EM STAND-UP
  • Jamie Foxx: What Had Happened Was
  • Nikki Glaser: Someday You’ll Die
  • Seth Meyers: Dad Man Walking
  • Adam Sandler: Love You
  • Ali Wong: Single Lady | VENCEDORAS
  • Ramy Youssef: More Feelings

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CRÍTICA | Cara de Um, Focinho de Outro

Restabelecendo o conceito original com uma história fofa e inteligente, a nova animação da Pixar Animation Studios se consagra como um dos longas mais divertidos do estúdio em décadas. Se havia alguma suspeita de que o novo longa pudesse não representar os melhores artifícios do famoso estúdio de animação, essas desconfianças se dissiparam. O filme de Daniel Chong é uma vitória e um retorno à boa forma de histórias divertidas que compreendem seu papel de entretenimento com sabedoria. A nova animação da Pixar, dirigida e escrita por Chong, traz uma história encantadora e inovadora sobre Mabel (Piper Curda), uma jovem amante dos animais que usa uma tecnologia revolucionária para se conectar com o mundo animal de uma maneira única. Graças a uma invenção que permite transferir sua consciência para o corpo de um castor robótico, Mabel pode agora explorar os mistérios do reino animal, vivenciando o mundo de uma perspectiva completamente nova, além de acessar suas próprias emoções e imaginação. Enquanto Mabel se aventura nesse universo fascinante, ela se depara com uma grande ameaça: Jerry (Jon Hamm), o prefeito anti-animal cuja postura hostil em relação aos seres não humanos coloca os animais em risco. Jerry está determinado a acabar com a convivência entre humanos e animais e, portanto, Mabel precisa agir disfarçada como uma marmota robô para desvendar seus planos e proteger seus amigos de patas e penas. É com imensa satisfação que posso afirmar: trata-se de uma fórmula consagrada que se renova quando são dadas as devidas liberdades aos autores. O visual é estonteante e vivo em Cara de Um, Focinho de Outro, e o filme traz elementos já costumeiros desse tipo de obra, como uma mensagem edificante e maneirismos cômicos sustentados por personagens secundários carismáticos. Essa fórmula, instaurada a partir de Toy Story e aperfeiçoada desde então, sempre foi imitada pelos rivais da Pixar. Em maior ou menor grau, dentro do próprio estúdio ela também preencheu lacunas de produções anteriores, mesmo quando algumas não alcançaram o resultado esperado. Aqui, pelo contrário, esses elementos se misturam com um ar de ficção científica mais latente, assim como com um aspecto de terror muito particular — talvez até introdutório para crianças — construído a partir de um conceito que não fere a inocência infantil. Entretanto, o longa acaba não sendo perfeito pelo simples fato de acelerar demais sua resolução no terceiro ato, quando isso poderia ter sido conduzido com maior esmero. Fora isso, é pura diversão familiar inescapável no cinema. Nota do crítico:  Título: Cara de Um, Focinho de Outro Duração: 1h45min Gênero: Animação Onde Assistir: Cinema Sinopse: Para impedir que um bosque que abriga os animais seja destruído, a jovem Mabel transfere a própria mente para um castor robótico realista. Infiltrada no mundo selvagem, a jovem defensora da natureza une forças aos bichos em uma aventura animal.

CRÍTICA | A Noiva!

Uma bagunça completa, mas difícil de desviar o olhar, o segundo filme de Maggie Gyllenhaal é uma exortação punk rock experimental que quer dizer muito e não alcança plenamente esse feito. Quando esta produção lutava para conseguir orçamento para ser realizada na Netflix, a Warner Bros. veio em socorro da diretora, negociando a produção por um valor menor, mas garantindo um lançamento nos cinemas. Diferente de tudo que um espectador possa esperar ao comprar o ingresso, o longa será, no meu entender, avaliado e reavaliado ao longo dos anos que se seguirão, dado o grau claramente divisivo de sua proposta subversiva. A mistura de gêneros consolida uma visão única, mas igualmente falha. A Noiva! se passa em Chicago na década de 1930 e acompanha a história de origem da Noiva, uma jovem assassinada que ganha vida novamente. Sua morte trágica é encomendada pelo monstro do cientista Frankenstein que, solitário, pede uma companheira ao Dr. Euphronius. Os dois trazem de volta à vida uma jovem e, assim, nasce uma nova criatura: a Noiva. Logo, ela descobre um mundo marcado por obsessões e violência, além de se envolver em um romance selvagem e explosivo. Muita coisa é abordada no longa de Maggie: misoginia, violência policial e contra mulheres, máfia inescrupulosa, corrupção no sistema, números musicais em tom de homenagem, pertencimento e o amor como possível cura da solidão. Essa grande mistura — cujo roteiro também é escrito pela própria diretora — não chega a se encaixar plenamente. A única coesão real da narrativa está na atriz Jessie Buckley, futura vencedora do Oscar de Melhor Atriz por Hamnet, de Chloé Zhao. A intérprete está tão maníaca quanto se espera diante do caos da personagem — ou melhor, das três personalidades que ela assume ao longo do filme. Fica evidente não apenas o comprometimento da diretora com sua visão, que neste momento ainda parece difusa, mas também que é em Buckley que tudo ganha vida e contornos de loucura. Chego a admirar seu contraparte, Christian Bale, que interpreta Frank, o monstro de Frankenstein. O ator não chega a incomodar, mas fica aquém do que se espera dele quando divide cena com Buckley. Há uma tentativa de humanizar e compreender a dinâmica não apenas do casal, mas dos personagens como um todo, e isso acaba permanecendo um tanto vago. O que também chama atenção é o subaproveitamento de outros grandes nomes do elenco, como Penélope Cruz, que pouco aparece e merecia um desenvolvimento mais robusto — especialmente considerando o papel de autoridade que sua personagem tenta exercer ao longo da história. Nota do crítico:  Título: A Noiva! Duração: 2h07min Gênero: Drama, Romance, Suspense, Terror, Ficção Científica Onde Assistir: Cinemas Sinopse: Um solitário Frankenstein viaja para a Chicago dos anos 1930 para contactar uma cientista pioneira e lhe pedir que crie uma companheira para ele. Os dois revivem uma jovem assassinada, e a Noiva nasce.