Emmy Awards 2025 | Confira a lista completa de vencedores

Confira os vencedores do Emmy 2025 em tempo real! Acompanhe a maior premiação da TV com atualizações ao vivo das principais categorias.

Hoje acontece o Emmy 2025, a maior celebração da televisão mundial, reconhecendo os vencedores e talentos mais notáveis do ano. Em sua 77ª edição, a premiação reúne os melhores da indústria, destacando as séries, atores, diretores e roteiristas que marcaram o cenário da TV e do streaming. Com uma mistura de veteranos consagrados e novas revelações, a disputa promete momentos emocionantes e surpresas.

Fique ligado, pois aqui você encontrará a cobertura completa e atualizada em tempo real, com os vencedores de cada categoria!

MELHOR SÉRIE DE DRAMA

  • Andor
  • Paradise
  • A Diplomata
  • The Pitt | VENCEDOR
  • Ruptura
  • The Last of Us
  • Slow Horses
  • The White Lotus

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA

  • Abbott Elementary
  • Hacks
  • O Urso
  • Ninguém Quer
  • Only Murders in the Building
  • Falando a Real
  • O Estúdio | VENCEDOR
  • O Que Fazemos nas Sombras

MELHOR MINISSÉRIE OU ANTOLOGIA

  • Adolescência | VENCEDOR
  • Black Mirror
  • Morrendo por Sexo
  • Monstros: Irmãos Menendez
  • Pinguim

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA

  • Pedro Pascal – The Last of Us
  • Noah Wyle – The Pitt | VENCEDOR
  • Sterling K. Brown – Paradise
  • Adam Scott – Ruptura
  • Gary Oldman – Slow Horses

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA

  • Keri Russell – A Diplomata
  • Sharon Horgan – Mal de Família
  • Kathy Bates – Matlock
  • Britt Lower – Ruptura | VENCEDORA
  • Bella Ramsey – The Last of Us

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA

  • Zach Cherry – Ruptura
  • John Turturro – Ruptura
  • Tramell Tillman – Ruptura | VENCEDOR
  • Walton Goggins – The White Lotus
  • Jason Isaacs – The White Lotus
  • Sam Rockwell – The White Lotus
  • James Marsden – Paradise

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA

  • Carrie Coon – The White Lotus
  • Katherine LaNasa – The Pitt | VENCEDORA
  • Julianne Nicholson – Paradise
  • Parker Posey – The White Lotus
  • Natasha Rothwell – The White Lotus
  • Aimee Lou Wood – The White Lotus

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Adam Brody – Ninguém Quer
  • Seth Rogen – O Estúdio | VENCEDORA
  • Jason Segel – Falando a Real
  • Martin Short – Only Murders in the Building
  • Jeremy Allen White – O Urso

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Uzo Aduba – Assassinato na Casa Branca
  • Kristen Bell – Ninguém Quer
  • Quinta Bruson – Abbott Elementary
  • Ayo Edebiri – O Urso
  • Jean Smart – Hacks | VENCEDORA

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Ike Barinholtz – O Estúdio
  • Harrison Ford – Falando a Real
  • Colman Domingo – As Quatro Estações
  • Jeff Hiller – Somebody Somewhere | VENCEDOR
  • Ebon Moss-Bachrach – O Urso
  • Michael Urie – Falando a Real
  • Bowen Yang – Saturday Night Live

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Liza Colón-Zayas – O Urso
  • Hannah Einbinder – Hacks | VENCEDORA
  • Kathryn Hahn – O Estúdio
  • Catherine O’Hara – O Estúdio
  • Jessica Williams – Falando a Real
  • Janelle James – Abbott Elementary
  • Sheryl Lee Ralph – Abbott Elementary

MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV

  • Jake Gyllenhaal – Acima de Qualquer Suspeita
  • Colin Farrell – Pinguim
  • Stephen Graham – Adolescência | VENCEDOR
  • Brian Tyree Henry – Ladrões de Drogas
  • Cooper Koch – Monstros: Irmãos Menendez

MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV

  • Cate Blanchett – Disclaimer
  • Rashida Jones – Black Mirror
  • Cristin Miliotti – Pinguim | VENCEDORA
  • Michelle Williams – Morrendo por Sexo
  • Meghann Fahy – Sereias

MELHOR ATOR CODJUVANTE EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV

  • Javier Bardem – Irmãos Menendez
  • Bill Camp- Acima de Qualquer Suspeita
  • Owen Cooper – Adolesência | VENCEDOR
  • Rob Delaney – Morrendo por Sexo
  • Peter Sarsgaard – Acima de Qualquer Suspeita
  • Ashley Walters – Adolesência

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV

  • Deirdre O’Connell – Pinguim
  • Erin Doherty – Adolescência | VENCEDORA
  • Ruth Negga – Acima de Qualquer Suspeita
  • Chloe Sevigny – Monstros: Irmãos Menendez
  • Jenny Slate – Morrendo por Sexo
  • Christine Tremarco – Adolesência

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE DRAMA

  • Giancarlo Esposito – The Boys
  • Forest Whitaker – Andor
  • Scott Glenn – The White Lotus
  • Shawn Hatosy – The Pitt | VENCEDOR
  • Joe Pantoliano – The Last of Us
  • Jeffrey Wright – The Last of Us

MELHOR ATRIZ CONVIDADA EM SÉRIE DE DRAMA

  • Jane Alexander — Ruptura
  • Gwendoline Christie — Ruptura
  • Kaitlyn Dever — The Last of Us
  • Catherine O’Hara — The Last of Us
  • Cherry Jones — The Handmaid’s Tale
  • Merritt Wever — Ruptura | VENCEDORA

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Jon Bernthal – O Urso
  • Bryan Cranston – O Estúdio | VENCEDOR
  • Dave Franco – O Estúdio
  • Ron Howard – O Estúdio
  • Anthony Mackie – O Estúdio
  • Martin Scorsese – O Estúdio

MELHOR ATRIZ CONVIDADA EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Olivia Colman – O Urso
  • Jamie Lee Curtis – O Urso
  • Cynthia Erivo – Poker Face
  • Zoë Kravitz – O Estúdio
  • Robby Hoffman – Hacks
  • Julianne Nicholson – Hacks | VENCEDORA

MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE DRAMA

  • Andor
  • The Pitt
  • The Pitt
  • Ruptura
  • Ruptura
  • Slow Horses | VENCEDOR
  • The White Lotus

MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • O Urso
  • Hacks
  • Modernos de Meia Idade
  • O Ensaio
  • O Estúdio | VENCEDOR

MELHOR DIREÇÃO EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV

  • Adolescência | VENCEDOR
  • Morrendo por Sexo
  • Pinguim
  • Pinguim
  • Sereias
  • Dia Zero

MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE DRAMA

  • Andor | VENCEDOR
  • The Pitt
  • The Pitt
  • Slow Horses
  • Ruptura
  • The White Lotus

MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Abbott Elementary
  • Hacks
  • O Ensaio
  • Somebody Somewhere
  • O Estúdio | VENCEDOR
  • O Que Fazemos nas Sombras

MELHOR ROTEIRO EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV

  • Adolescência | VENCEDOR
  • Black Mirror
  • Morrendo por Sexo
  • Pinguim
  • Não Diga Nada

MELHOR REALITY

  • The Amazing Race
  • RuPaul’s Drag Race
  • Survivor
  • Top Chef
  • The Traitors | VENCEDOR

MELHOR TALK-SHOW

  • Jimmy Kimmel Live!
  • The Daily Show
  • The Late Show with Stephen Colbert | VENCEDOR

Últimas publicações

VEJA TAMBÉM

CRÍTICA | Cara de Um, Focinho de Outro

Restabelecendo o conceito original com uma história fofa e inteligente, a nova animação da Pixar Animation Studios se consagra como um dos longas mais divertidos do estúdio em décadas. Se havia alguma suspeita de que o novo longa pudesse não representar os melhores artifícios do famoso estúdio de animação, essas desconfianças se dissiparam. O filme de Daniel Chong é uma vitória e um retorno à boa forma de histórias divertidas que compreendem seu papel de entretenimento com sabedoria. A nova animação da Pixar, dirigida e escrita por Chong, traz uma história encantadora e inovadora sobre Mabel (Piper Curda), uma jovem amante dos animais que usa uma tecnologia revolucionária para se conectar com o mundo animal de uma maneira única. Graças a uma invenção que permite transferir sua consciência para o corpo de um castor robótico, Mabel pode agora explorar os mistérios do reino animal, vivenciando o mundo de uma perspectiva completamente nova, além de acessar suas próprias emoções e imaginação. Enquanto Mabel se aventura nesse universo fascinante, ela se depara com uma grande ameaça: Jerry (Jon Hamm), o prefeito anti-animal cuja postura hostil em relação aos seres não humanos coloca os animais em risco. Jerry está determinado a acabar com a convivência entre humanos e animais e, portanto, Mabel precisa agir disfarçada como uma marmota robô para desvendar seus planos e proteger seus amigos de patas e penas. É com imensa satisfação que posso afirmar: trata-se de uma fórmula consagrada que se renova quando são dadas as devidas liberdades aos autores. O visual é estonteante e vivo em Cara de Um, Focinho de Outro, e o filme traz elementos já costumeiros desse tipo de obra, como uma mensagem edificante e maneirismos cômicos sustentados por personagens secundários carismáticos. Essa fórmula, instaurada a partir de Toy Story e aperfeiçoada desde então, sempre foi imitada pelos rivais da Pixar. Em maior ou menor grau, dentro do próprio estúdio ela também preencheu lacunas de produções anteriores, mesmo quando algumas não alcançaram o resultado esperado. Aqui, pelo contrário, esses elementos se misturam com um ar de ficção científica mais latente, assim como com um aspecto de terror muito particular — talvez até introdutório para crianças — construído a partir de um conceito que não fere a inocência infantil. Entretanto, o longa acaba não sendo perfeito pelo simples fato de acelerar demais sua resolução no terceiro ato, quando isso poderia ter sido conduzido com maior esmero. Fora isso, é pura diversão familiar inescapável no cinema. Nota do crítico:  Título: Cara de Um, Focinho de Outro Duração: 1h45min Gênero: Animação Onde Assistir: Cinema Sinopse: Para impedir que um bosque que abriga os animais seja destruído, a jovem Mabel transfere a própria mente para um castor robótico realista. Infiltrada no mundo selvagem, a jovem defensora da natureza une forças aos bichos em uma aventura animal.

CRÍTICA | A Noiva!

Uma bagunça completa, mas difícil de desviar o olhar, o segundo filme de Maggie Gyllenhaal é uma exortação punk rock experimental que quer dizer muito e não alcança plenamente esse feito. Quando esta produção lutava para conseguir orçamento para ser realizada na Netflix, a Warner Bros. veio em socorro da diretora, negociando a produção por um valor menor, mas garantindo um lançamento nos cinemas. Diferente de tudo que um espectador possa esperar ao comprar o ingresso, o longa será, no meu entender, avaliado e reavaliado ao longo dos anos que se seguirão, dado o grau claramente divisivo de sua proposta subversiva. A mistura de gêneros consolida uma visão única, mas igualmente falha. A Noiva! se passa em Chicago na década de 1930 e acompanha a história de origem da Noiva, uma jovem assassinada que ganha vida novamente. Sua morte trágica é encomendada pelo monstro do cientista Frankenstein que, solitário, pede uma companheira ao Dr. Euphronius. Os dois trazem de volta à vida uma jovem e, assim, nasce uma nova criatura: a Noiva. Logo, ela descobre um mundo marcado por obsessões e violência, além de se envolver em um romance selvagem e explosivo. Muita coisa é abordada no longa de Maggie: misoginia, violência policial e contra mulheres, máfia inescrupulosa, corrupção no sistema, números musicais em tom de homenagem, pertencimento e o amor como possível cura da solidão. Essa grande mistura — cujo roteiro também é escrito pela própria diretora — não chega a se encaixar plenamente. A única coesão real da narrativa está na atriz Jessie Buckley, futura vencedora do Oscar de Melhor Atriz por Hamnet, de Chloé Zhao. A intérprete está tão maníaca quanto se espera diante do caos da personagem — ou melhor, das três personalidades que ela assume ao longo do filme. Fica evidente não apenas o comprometimento da diretora com sua visão, que neste momento ainda parece difusa, mas também que é em Buckley que tudo ganha vida e contornos de loucura. Chego a admirar seu contraparte, Christian Bale, que interpreta Frank, o monstro de Frankenstein. O ator não chega a incomodar, mas fica aquém do que se espera dele quando divide cena com Buckley. Há uma tentativa de humanizar e compreender a dinâmica não apenas do casal, mas dos personagens como um todo, e isso acaba permanecendo um tanto vago. O que também chama atenção é o subaproveitamento de outros grandes nomes do elenco, como Penélope Cruz, que pouco aparece e merecia um desenvolvimento mais robusto — especialmente considerando o papel de autoridade que sua personagem tenta exercer ao longo da história. Nota do crítico:  Título: A Noiva! Duração: 2h07min Gênero: Drama, Romance, Suspense, Terror, Ficção Científica Onde Assistir: Cinemas Sinopse: Um solitário Frankenstein viaja para a Chicago dos anos 1930 para contactar uma cientista pioneira e lhe pedir que crie uma companheira para ele. Os dois revivem uma jovem assassinada, e a Noiva nasce.