Emmy 2024 vencedores

Emmy Awards 2024 | Confira a lista completa de vencedores

Confira os vencedores do Emmy 2024 em tempo real! Acompanhe a maior premiação da TV com atualizações ao vivo das principais categorias.

Hoje acontece o Emmy 2024, a maior celebração da televisão mundial, reconhecendo os vencedores e talentos mais notáveis do ano. Em sua 76ª edição, a premiação reúne os melhores da indústria, destacando as séries, atores, diretores e roteiristas que marcaram o cenário da TV e do streaming. Com uma mistura de veteranos consagrados e novas revelações, a disputa promete momentos emocionantes e surpresas.

Fique ligado, pois aqui você encontrará a cobertura completa e atualizada em tempo real, com os vencedores de cada categoria!

MELHOR SÉRIE DE DRAMA

  • The Crown
  • Fallout
  • A Idade Dourada
  • The Morning Show
  • Sr. & Sra. Smith
  • Xógum: A Gloriosa Saga do Japão | VENCEDOR
  • Slow Horses
  • O Problema dos 3 Corpos

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA

  • Abbott Elementary
  • O Urso
  • Curb Your Enthusiasm
  • Hacks | VENCEDOR
  • Only Murders in the Building
  • Palm Royale
  • Reservation Dogs
  • What We Do in the Shadows

MELHOR MINISSÉRIE OU ANTOLOGIA

  • Bebê Rena | VENCEDOR
  • Uma Questão de Quimica
  • Fargo
  • Ripley
  • True Detective: Terra Noturna
  • Feud: Capote vs. The Swans

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA

  • Idris Elba – Sequestro no Ar
  • Donald Glover – Sr. e Sra. Smith
  • Walter Goggins – Fallout
  • Gary Oldman – Slow Horses
  • Hiroyuki Sanada – Xógum: A Gloriosa Saga do Japão | VENCEDOR
  • Dominic West – The Crown

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA

  • Jennifer Aniston – The Morning Show
  • Maya Erskine – Sr. e Sra. Smith
  • Imelda Staunton – The Crown
  • Reese Witherspoon – The Morning Show
  • Carrie Coon – A Idade Dourada
  • Anna Sawai – Xógum: A Gloriosa Saga do Japão | VENCEDORA

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA

  • Tadanobu Asano – Xógum: A Gloriosa Saga do Japão
  • Takehiro Hira – Xógum: A Gloriosa Saga do Japão
  • Billy Crudup – The Morning Show | VENCEDOR
  • Mark Duplass – The Morning Show
  • Jon Hamm – The Morning Show
  • Jack Lowden – Slow Horses
  • Jonathan Pryce – The Crown

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA

  • Christine Baranski – A Idade Dourada
  • Nicole Beharie – The Morning Show
  • Elizabeth Debicki – The Crown | VENCEDORA
  • Greta Lee – The Morning Show
  • Lesley Manville – The Crown
  • Karen Pittman – The Morning Show
  • Holland Taylor – The Morning Show

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Larry David – Curb Your Enthusiasm
  • Steve Martin – Only Murders in the Building
  • Martin Short – Only Murders in the Building
  • Jeremy Allen White – O Urso | VENCEDOR
  • D’Pharaoh Woon-A-Tai – Reservation Dogs
  • Matt Berry – What We Do in the Shadows

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Quinta Brunson – Abbot Elementary
  • Ayo Edebiri – O Urso
  • Selena Gomez – Only Murders in the Buiding
  • Maya Rudolph – Fortuna
  • Jean Smart – Hacks | VENCEDORA
  • Kristen Wiig – Palm Royale

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Lionel Boyce – O Urso
  • Paul W. Downs – Hacks
  • Ebon Moss-Bachrach – O Urso | VENCEDOR
  • Paul Rudd – Only Murders in the Building
  • Tyler James Williams – Abbott Elementary
  • Bowen Yang – Saturday Night Live

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Carol Burnett – Palm Royale
  • Liza Colón – O Urso | VENCEDORA
  • Hannah Einbinder – Hacks
  • Janelle James – Abbott Elementary
  • Sheryl Lee Ralph – Abbott Elementary
  • Meryl Streep – Only Murders in the Building

MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV

  • Matt Bomer – Companheiros de Viagem
  • Jon Hamm – Fargo
  • Tom Hollander – Feud: Capote vs. The Swans
  • Andrew Scott – Ripley
  • Richard Gadd – Bebê Rena | VENCEDOR

MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV

  • Jodie Foster – True Detective: Terra Noturna | VENCEDORA
  • Brie Larson – Uma Questão de Química
  • Juno Temple – Fargo
  • Sofia Vergara – Griselda
  • Naomi Watts – Feud: Capote vs. The Swans

MELHOR ATOR CODJUVANTE EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV

  • Jonathan Bailey – Companheiros de Viagem
  • Robert Downey Jr. – O Simpatizante
  • Tom Goodman – Bebê Rena
  • John Hawkes – True Detective: Terra Noturna
  • Lamorne Morris – Fargo | VENCEDOR
  • Lewis Pullman – Uma Questão de Química
  • Treat Williams – Feud: Capote vs. The Swans

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV

  • Dakota Fanning – Ripley
  • Lily Gladstone – Debaixo da Ponte: A Verdadeira História do Assassinato de Reena Virk
  • Jessica Gunning – Bebê Rena | VENCEDORA
  • Aja Naomi King – Uma Questão de Química
  • Diane Lane – Feud: Capote vs. The Swans
  • Nava Mau – Bebê Rena
  • Kali Reis – True Detective: Terra Noturna

MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE DRAMA

  • Stephen Daldry – The Crown
  • Mimi Leder – The Morning Show
  • Hiro Murai – Sr. e Sra. Smith
  • Frederick E.O. Toye – Xógum: A Gloriosa Saga do Japão | VENCEDOR
  • Saul Metzstein – Slow Horses
  • Salli Richardson-Whitfield – Lakers: Hora de Vencer

MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Randall Einhorn – Abbott Elementary
  • Christopher Storer – O Urso | VENCEDOR
  • Guy Richie – Magnatas do Crime
  • Lucia Aniello – Hacks
  • Mary Lou Bell – The Ms. Pat Show

MELHOR DIREÇÃO EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV

  • Weronika Tofilska – Bebê Rena
  • Noah Hawley – Fargo
  • Gus Van Sant – Feud: Capote vs. The Swans
  • Steven Zaillian – Ripley | VENCEDOR
  • Issa López – True Detective: Terra Noturna

MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE DRAMA

  • The Crown
  • Fallout
  • Sr. e Sra. Smith
  • Xógum: A Gloriosa Saga do Japão
  • Slow Horses | VENCEDOR

MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE COMÉDIA

  • Abbott Elementary
  • O Urso
  • Girls5eva
  • Hacks | VENCEDOR
  • The Other Two
  • What We Do in the Shadows

MELHOR ROTEIRO EM MINISSÉRIE, ANTOLOGIA OU FILME PARA TV

  • Bebê Rena | VENCEDOR
  • Black Mirror
  • Fargo
  • Companheiros de Viagem
  • Ripley
  • True Detective: Terra Noturna

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CRÍTICA | Cara de Um, Focinho de Outro

Restabelecendo o conceito original com uma história fofa e inteligente, a nova animação da Pixar Animation Studios se consagra como um dos longas mais divertidos do estúdio em décadas. Se havia alguma suspeita de que o novo longa pudesse não representar os melhores artifícios do famoso estúdio de animação, essas desconfianças se dissiparam. O filme de Daniel Chong é uma vitória e um retorno à boa forma de histórias divertidas que compreendem seu papel de entretenimento com sabedoria. A nova animação da Pixar, dirigida e escrita por Chong, traz uma história encantadora e inovadora sobre Mabel (Piper Curda), uma jovem amante dos animais que usa uma tecnologia revolucionária para se conectar com o mundo animal de uma maneira única. Graças a uma invenção que permite transferir sua consciência para o corpo de um castor robótico, Mabel pode agora explorar os mistérios do reino animal, vivenciando o mundo de uma perspectiva completamente nova, além de acessar suas próprias emoções e imaginação. Enquanto Mabel se aventura nesse universo fascinante, ela se depara com uma grande ameaça: Jerry (Jon Hamm), o prefeito anti-animal cuja postura hostil em relação aos seres não humanos coloca os animais em risco. Jerry está determinado a acabar com a convivência entre humanos e animais e, portanto, Mabel precisa agir disfarçada como uma marmota robô para desvendar seus planos e proteger seus amigos de patas e penas. É com imensa satisfação que posso afirmar: trata-se de uma fórmula consagrada que se renova quando são dadas as devidas liberdades aos autores. O visual é estonteante e vivo em Cara de Um, Focinho de Outro, e o filme traz elementos já costumeiros desse tipo de obra, como uma mensagem edificante e maneirismos cômicos sustentados por personagens secundários carismáticos. Essa fórmula, instaurada a partir de Toy Story e aperfeiçoada desde então, sempre foi imitada pelos rivais da Pixar. Em maior ou menor grau, dentro do próprio estúdio ela também preencheu lacunas de produções anteriores, mesmo quando algumas não alcançaram o resultado esperado. Aqui, pelo contrário, esses elementos se misturam com um ar de ficção científica mais latente, assim como com um aspecto de terror muito particular — talvez até introdutório para crianças — construído a partir de um conceito que não fere a inocência infantil. Entretanto, o longa acaba não sendo perfeito pelo simples fato de acelerar demais sua resolução no terceiro ato, quando isso poderia ter sido conduzido com maior esmero. Fora isso, é pura diversão familiar inescapável no cinema. Nota do crítico:  Título: Cara de Um, Focinho de Outro Duração: 1h45min Gênero: Animação Onde Assistir: Cinema Sinopse: Para impedir que um bosque que abriga os animais seja destruído, a jovem Mabel transfere a própria mente para um castor robótico realista. Infiltrada no mundo selvagem, a jovem defensora da natureza une forças aos bichos em uma aventura animal.

CRÍTICA | A Noiva!

Uma bagunça completa, mas difícil de desviar o olhar, o segundo filme de Maggie Gyllenhaal é uma exortação punk rock experimental que quer dizer muito e não alcança plenamente esse feito. Quando esta produção lutava para conseguir orçamento para ser realizada na Netflix, a Warner Bros. veio em socorro da diretora, negociando a produção por um valor menor, mas garantindo um lançamento nos cinemas. Diferente de tudo que um espectador possa esperar ao comprar o ingresso, o longa será, no meu entender, avaliado e reavaliado ao longo dos anos que se seguirão, dado o grau claramente divisivo de sua proposta subversiva. A mistura de gêneros consolida uma visão única, mas igualmente falha. A Noiva! se passa em Chicago na década de 1930 e acompanha a história de origem da Noiva, uma jovem assassinada que ganha vida novamente. Sua morte trágica é encomendada pelo monstro do cientista Frankenstein que, solitário, pede uma companheira ao Dr. Euphronius. Os dois trazem de volta à vida uma jovem e, assim, nasce uma nova criatura: a Noiva. Logo, ela descobre um mundo marcado por obsessões e violência, além de se envolver em um romance selvagem e explosivo. Muita coisa é abordada no longa de Maggie: misoginia, violência policial e contra mulheres, máfia inescrupulosa, corrupção no sistema, números musicais em tom de homenagem, pertencimento e o amor como possível cura da solidão. Essa grande mistura — cujo roteiro também é escrito pela própria diretora — não chega a se encaixar plenamente. A única coesão real da narrativa está na atriz Jessie Buckley, futura vencedora do Oscar de Melhor Atriz por Hamnet, de Chloé Zhao. A intérprete está tão maníaca quanto se espera diante do caos da personagem — ou melhor, das três personalidades que ela assume ao longo do filme. Fica evidente não apenas o comprometimento da diretora com sua visão, que neste momento ainda parece difusa, mas também que é em Buckley que tudo ganha vida e contornos de loucura. Chego a admirar seu contraparte, Christian Bale, que interpreta Frank, o monstro de Frankenstein. O ator não chega a incomodar, mas fica aquém do que se espera dele quando divide cena com Buckley. Há uma tentativa de humanizar e compreender a dinâmica não apenas do casal, mas dos personagens como um todo, e isso acaba permanecendo um tanto vago. O que também chama atenção é o subaproveitamento de outros grandes nomes do elenco, como Penélope Cruz, que pouco aparece e merecia um desenvolvimento mais robusto — especialmente considerando o papel de autoridade que sua personagem tenta exercer ao longo da história. Nota do crítico:  Título: A Noiva! Duração: 2h07min Gênero: Drama, Romance, Suspense, Terror, Ficção Científica Onde Assistir: Cinemas Sinopse: Um solitário Frankenstein viaja para a Chicago dos anos 1930 para contactar uma cientista pioneira e lhe pedir que crie uma companheira para ele. Os dois revivem uma jovem assassinada, e a Noiva nasce.