CRÍTICA | ZOOTOPIA 2

Uma espera que valeu a pena — é assim que podemos definir a chegada da tão aguardada sequência da animação bilionária da Walt Disney Animation.

Colorido e extremamente bem acabado, o novo filme é um deleite de humor e vibração, que certamente receberá o merecido sucesso.

Nesta sequência, os heróis e policiais novatos Judy Hopps e Nick Wilde estão de volta para mais uma aventura extravagante pela grande metrópole animal de Zootopia.

Após desvendarem o maior caso da história da cidade, nossa dupla agora é surpreendida por uma ordem do Chefe Bogo: os dois detetives precisam frequentar o programa de aconselhamento Parceiros em Crise.

A união entre Judy e Nick é colocada à prova quando surge um mistério ligado a um recém-chegado à cidade: o misterioso e venenoso réptil Gary De’Snake. Para encontrar as soluções para o caso envolvendo a víbora, os dois devem explorar novas regiões da cidade, sendo testados o tempo todo.

Um pouco mais longo do que o habitual para um filme de animação, “Zootopia 2” se destaca pela leveza do comentário social, muito pertinente dentro do roteiro. A fluidez narrativa se dá de maneira orgânica e veloz, sem comprometer o andamento ou a construção dos personagens.

Nos papéis principais, o contexto buddy cop da dupla, aliado à energia caótica, mas extremamente amorosa entre eles, constitui o centro de toda a narrativa, sem comprometer a participação de coadjuvantes tão importantes quanto cativantes.

É preciso destacar também a trilha sonora enérgica de Michael Giacchino e a canção original de Shakira, que retorna mais estonteante do que nunca. É incrível como tudo aqui funciona em prol do entretenimento familiar.

Nota do crítico: 

Título: Zootopia 2

Duração: 1h48min

Gênero: Animação

Onde Assistir: Cinema

Sinopse: Agora parceiros inseparáveis, a coelha Judy Hopps e a raposa Nick Wilde enfrentam o desafio mais perigoso de suas carreiras: solucionar os rastros deixados por Gary, uma serpente misteriosa.

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