CRÍTICA | OS ESTRANHOS – CAPÍTULO II

Beirando o ridículo, Os Estranhos – Capítulo II é uma notável procura por novos parâmetros de mediocridade.

Ninguém pediu, ninguém quis. Sequência direta de uma trilogia desnecessária, este é o exemplo perfeito de lixo cinematográfico, ilustrando uma constante no terror contemporâneo: tramas insípidas e sem vida, apoiadas nos clichês mais desleixados, cuja única reação possível do público é a raiva diante da tela.

Aqui, acompanhamos os eventos logo após o final do primeiro filme. Os estranhos mascarados descobrem que uma de suas vítimas, a jovem Maya (Madelaine Petsch), sobreviveu e se recupera no hospital.

Não satisfeitos, eles voltam a caçá-la com o objetivo de concluir o que começaram. Sem poder confiar em ninguém, Maya é novamente lançada ao perigo, precisando lutar pela sobrevivência enquanto os assassinos a perseguem de forma implacável.
É difícil elaborar qualquer pensamento sobre esse filme. Fora a interpretação comprometida de Petsch — que se esforça dentro dos limites de uma personagem obrigada a tomar apenas decisões burras pelo roteiro intragável — nada mais pode ser considerado um ponto positivo.

Credit: Courtesy of Lionsgate

Ao tentar revelar a mitologia por trás dos mascarados através de flashbacks, o filme apenas desperdiça tempo e potencial. Não há tensão, não há mortes inventivas (pelo contrário, muitas são escondidas), e, para piorar, Capítulo II ainda carrega a frustração de ser apenas uma ponte para o terceiro longa, já prometido para o ano que vem.
Assistir a isso no cinema é uma escolha que fica inteiramente a cargo de quem se arriscar.

Nota do crítico: 

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Título: Os Estranhos – Capítulo II

Duração: 1h36

Gênero: Terror, Suspense

Onde Assistir: Cinema

Sinopse: Após descobrirem que sua vítima, Maya, ainda está viva, três maníacos mascarados retornam para terminar o serviço. Sem ter para onde correr e sem ninguém em quem confiar, Maya se vê em uma luta pela sobrevivência contra psicopatas.

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