Assassino Por Acaso em cartaz
Cr. Brian Roedel/Netflix © 2024

Assassino Por Acaso | Comédia romântica está em cartaz nos cinemas

Assassino por Acaso, estrelado pela estrela em ascensão Glen Powell e por Adria Arjona, com distribuição da Diamond Films já está em cartaz.

Na última quarta-feira, dia 12 de junho, a Diamond Films presenteou o público brasileiro com o lançamento nacional do mais novo filme do aclamado diretor Richard Linklater: Assassino por Acaso. A comédia de ação, protagonizada por Glen Powell e Adria Arjona, já está em cartaz nos cinemas de todo o país. Inspirada em uma história real, a trama traz uma dose de romance e humor ácido, perfeita para celebrar o Dia dos Namorados, que aconteceu na mesma data do lançamento.

Nesta quarta colaboração, Richard Linklater e Glen Powell reafirmam sua parceria tanto na tela quanto fora dela. Além de estrelarem o longa, ambos assinam o roteiro, expandindo ainda mais a sintonia que já os unia. Rick Linklater, já com uma carreira consolidada na indústria, ostenta cinco indicações ao Oscar. Mesmo residindo em Austin, Texas, ele se tornou um nome de peso em Hollywood, provando que o talento não se limita a um único lugar. Além disso, venceu duas vezes o Bafta e duas vezes o Globo de Ouro.

Glen Powell vem se destacando cada vez mais na indústria de cinema norte-americana. O ator participou recentemente de “Top Gun: Maverick” e “Todos Menos Você”. E em Assassino por Acaso, o ator e roteirista interpreta Gary Johnson, um professor que vive uma vida aparentemente tranquila, dando aulas e trabalhando meio-período com a polícia de Nova Orleans. Até que então, ele tem que, abruptamente, passar por assassino de aluguel para ajudar a polícia a prender aqueles que o contratam, e acaba quebrando o protocolo para tentar salvar uma mulher desesperada.

Tem um toque de comédia, de ação, romance e muita química entre os dois protagonistas. “Nós (Powell e eu) não poderíamos planejar essa química e segurança de atuar um com o outro, isso só… aconteceu e eu sou muito grata por isso. Sem nossa química, o filme perderia a chama.”, diz Arjona.

Ainda sobre a química dos dois, Powell afirma que “fizemos um filme que não é só divertido, mas sim sexy e emocionante. Este filme tem tudo! (Assassino por Acaso) é o melhor filme para um encontro!”

Sinopse

Em Assassino por Acaso, Gary Johnson (Glen Powell) trabalha para a polícia e finge ser um assassino de aluguel para prender aqueles que o contratam. Até que então, ele quebra o protocolo para tentar salvar uma mulher desesperada.

Mais informações de Assassino por Acaso que está em cartaz aqui.

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Restabelecendo o conceito original com uma história fofa e inteligente, a nova animação da Pixar Animation Studios se consagra como um dos longas mais divertidos do estúdio em décadas. Se havia alguma suspeita de que o novo longa pudesse não representar os melhores artifícios do famoso estúdio de animação, essas desconfianças se dissiparam. O filme de Daniel Chong é uma vitória e um retorno à boa forma de histórias divertidas que compreendem seu papel de entretenimento com sabedoria. A nova animação da Pixar, dirigida e escrita por Chong, traz uma história encantadora e inovadora sobre Mabel (Piper Curda), uma jovem amante dos animais que usa uma tecnologia revolucionária para se conectar com o mundo animal de uma maneira única. Graças a uma invenção que permite transferir sua consciência para o corpo de um castor robótico, Mabel pode agora explorar os mistérios do reino animal, vivenciando o mundo de uma perspectiva completamente nova, além de acessar suas próprias emoções e imaginação. Enquanto Mabel se aventura nesse universo fascinante, ela se depara com uma grande ameaça: Jerry (Jon Hamm), o prefeito anti-animal cuja postura hostil em relação aos seres não humanos coloca os animais em risco. Jerry está determinado a acabar com a convivência entre humanos e animais e, portanto, Mabel precisa agir disfarçada como uma marmota robô para desvendar seus planos e proteger seus amigos de patas e penas. É com imensa satisfação que posso afirmar: trata-se de uma fórmula consagrada que se renova quando são dadas as devidas liberdades aos autores. O visual é estonteante e vivo em Cara de Um, Focinho de Outro, e o filme traz elementos já costumeiros desse tipo de obra, como uma mensagem edificante e maneirismos cômicos sustentados por personagens secundários carismáticos. Essa fórmula, instaurada a partir de Toy Story e aperfeiçoada desde então, sempre foi imitada pelos rivais da Pixar. Em maior ou menor grau, dentro do próprio estúdio ela também preencheu lacunas de produções anteriores, mesmo quando algumas não alcançaram o resultado esperado. Aqui, pelo contrário, esses elementos se misturam com um ar de ficção científica mais latente, assim como com um aspecto de terror muito particular — talvez até introdutório para crianças — construído a partir de um conceito que não fere a inocência infantil. Entretanto, o longa acaba não sendo perfeito pelo simples fato de acelerar demais sua resolução no terceiro ato, quando isso poderia ter sido conduzido com maior esmero. Fora isso, é pura diversão familiar inescapável no cinema. Nota do crítico:  Título: Cara de Um, Focinho de Outro Duração: 1h45min Gênero: Animação Onde Assistir: Cinema Sinopse: Para impedir que um bosque que abriga os animais seja destruído, a jovem Mabel transfere a própria mente para um castor robótico realista. Infiltrada no mundo selvagem, a jovem defensora da natureza une forças aos bichos em uma aventura animal.

CRÍTICA | A Noiva!

Uma bagunça completa, mas difícil de desviar o olhar, o segundo filme de Maggie Gyllenhaal é uma exortação punk rock experimental que quer dizer muito e não alcança plenamente esse feito. Quando esta produção lutava para conseguir orçamento para ser realizada na Netflix, a Warner Bros. veio em socorro da diretora, negociando a produção por um valor menor, mas garantindo um lançamento nos cinemas. Diferente de tudo que um espectador possa esperar ao comprar o ingresso, o longa será, no meu entender, avaliado e reavaliado ao longo dos anos que se seguirão, dado o grau claramente divisivo de sua proposta subversiva. A mistura de gêneros consolida uma visão única, mas igualmente falha. A Noiva! se passa em Chicago na década de 1930 e acompanha a história de origem da Noiva, uma jovem assassinada que ganha vida novamente. Sua morte trágica é encomendada pelo monstro do cientista Frankenstein que, solitário, pede uma companheira ao Dr. Euphronius. Os dois trazem de volta à vida uma jovem e, assim, nasce uma nova criatura: a Noiva. Logo, ela descobre um mundo marcado por obsessões e violência, além de se envolver em um romance selvagem e explosivo. Muita coisa é abordada no longa de Maggie: misoginia, violência policial e contra mulheres, máfia inescrupulosa, corrupção no sistema, números musicais em tom de homenagem, pertencimento e o amor como possível cura da solidão. Essa grande mistura — cujo roteiro também é escrito pela própria diretora — não chega a se encaixar plenamente. A única coesão real da narrativa está na atriz Jessie Buckley, futura vencedora do Oscar de Melhor Atriz por Hamnet, de Chloé Zhao. A intérprete está tão maníaca quanto se espera diante do caos da personagem — ou melhor, das três personalidades que ela assume ao longo do filme. Fica evidente não apenas o comprometimento da diretora com sua visão, que neste momento ainda parece difusa, mas também que é em Buckley que tudo ganha vida e contornos de loucura. Chego a admirar seu contraparte, Christian Bale, que interpreta Frank, o monstro de Frankenstein. O ator não chega a incomodar, mas fica aquém do que se espera dele quando divide cena com Buckley. Há uma tentativa de humanizar e compreender a dinâmica não apenas do casal, mas dos personagens como um todo, e isso acaba permanecendo um tanto vago. O que também chama atenção é o subaproveitamento de outros grandes nomes do elenco, como Penélope Cruz, que pouco aparece e merecia um desenvolvimento mais robusto — especialmente considerando o papel de autoridade que sua personagem tenta exercer ao longo da história. Nota do crítico:  Título: A Noiva! Duração: 2h07min Gênero: Drama, Romance, Suspense, Terror, Ficção Científica Onde Assistir: Cinemas Sinopse: Um solitário Frankenstein viaja para a Chicago dos anos 1930 para contactar uma cientista pioneira e lhe pedir que crie uma companheira para ele. Os dois revivem uma jovem assassinada, e a Noiva nasce.