Agatha coven
Photo by Chuck Zlotnick. © 2024 MARVEL.

Agatha Desde Sempre | Conheça a bruxas do coven de Agatha

Já disponível no Disney+, a nova série da Marvel Television apresenta o coven de Agatha, um grupo carregado de magia e peculiaridade.

A jornada pelo Caminho das Bruxas já está pela metade! Na última quarta-feira (09) estreou no Disney+ o quinto episódio de Agatha Desde Sempre, marcando o meio da temporada da aclamada série da Marvel Television. Desde setembro, os fãs da Marvel estão embarcando em uma viagem perigosa e imprevisível liderada por Agatha Harkness (Kathryn Hahn) e o seu coven de bruxas.

A produção traz a bruxa de Westview que enfrentou Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) e agora se encontra sem seus poderes. Para recuperar seu antigo status, ela parte em uma jornada mágica repleta de desafios que recompensam aqueles que os superam. Mas Agatha (Kathryn Hahn) não embarca sozinha nesta jornada! Conheça mais sobre as personagens que a acompanham e formam esse coven em uma grande força feminina.

Lilia Calderu – A clarividente sem clarividência

O coven que Agatha (Kathryn Hahn) reúne para sua viagem encontra sua primeira integrante em Lilia Calderu (Patti LuPone), uma clarividente que perdeu a habilidade de ver o futuro,  embora não completamente. Às vezes, entre uma fraude e outra, ela vê catástrofes pela frente e não consegue impedir que aconteçam.

Jennifer Kale – A bruxa zangada

Outra integrante do coven é Jennifer Kale (Sasheer Zamata), uma bruxa mal-humorada que utilizou seus conhecimentos sobre poções na indústria de cosméticos femininos. Jennifer anseia pelos tempos em que estava no auge de seu poder, e, talvez, através do caminho, ela possa recuperar seu antigo esplendor. Jennifer compartilha um intenso laço com Agatha (Kathryn Hahn) e, embora não confiem uma na outra, o que predomina entre elas é o respeito mútuo.

Alice Wu-Gulliver – LA “nepo-bruxa” em busca da verdade

Alice Wu-Gulliver (Ali Hahn) é filha de uma bruxa estrela do rock que alcançou a fama com “O Caminho das Bruxas”, um hit tocado até hoje. Ao embarcar na jornada com Agatha (Kathryn Hahn), Alice sente que a experiência a aproximará da verdade sobre sua mãe.

Rio Vidal – A inimiga conhecida

Quando falamos de antagonistas, certamente poucos se encaixam melhor na descrição do que Rio Vidal (Aubrey Plaza), a bruxa que, além de tudo, conhece Agatha (Kathryn Hahn) como ninguém. De fato, Rio e Agatha compartilham uma história complexa e cheia de mistérios. Além disso, seu passado em comum é evidente em cada troca de palavras, e, assim, ambas sabem que o destino é mais forte do que elas.

Senhora Hart – A vizinha fora de seu elemento

Nem todas as integrantes do grupo de Agatha (Kathryn Hahn) são bruxas. A senhora Hart (Debra Jo Rupp) é uma vizinha de Westview apresentada em WandaVision que retorna para nova série ao ser convidada para uma festa na casa de Harknewss e, em circunstâncias imprevistas, é arrastada na jornada com o coven. Se tem alguém que não se encaixa no Caminho das Bruxas, sem dúvida, é ela.

Agatha Desde Sempre já está disponível exclusivamente no Disney+ com novos episódios às quartas-feiras.

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CRÍTICA | Cara de Um, Focinho de Outro

Restabelecendo o conceito original com uma história fofa e inteligente, a nova animação da Pixar Animation Studios se consagra como um dos longas mais divertidos do estúdio em décadas. Se havia alguma suspeita de que o novo longa pudesse não representar os melhores artifícios do famoso estúdio de animação, essas desconfianças se dissiparam. O filme de Daniel Chong é uma vitória e um retorno à boa forma de histórias divertidas que compreendem seu papel de entretenimento com sabedoria. A nova animação da Pixar, dirigida e escrita por Chong, traz uma história encantadora e inovadora sobre Mabel (Piper Curda), uma jovem amante dos animais que usa uma tecnologia revolucionária para se conectar com o mundo animal de uma maneira única. Graças a uma invenção que permite transferir sua consciência para o corpo de um castor robótico, Mabel pode agora explorar os mistérios do reino animal, vivenciando o mundo de uma perspectiva completamente nova, além de acessar suas próprias emoções e imaginação. Enquanto Mabel se aventura nesse universo fascinante, ela se depara com uma grande ameaça: Jerry (Jon Hamm), o prefeito anti-animal cuja postura hostil em relação aos seres não humanos coloca os animais em risco. Jerry está determinado a acabar com a convivência entre humanos e animais e, portanto, Mabel precisa agir disfarçada como uma marmota robô para desvendar seus planos e proteger seus amigos de patas e penas. É com imensa satisfação que posso afirmar: trata-se de uma fórmula consagrada que se renova quando são dadas as devidas liberdades aos autores. O visual é estonteante e vivo em Cara de Um, Focinho de Outro, e o filme traz elementos já costumeiros desse tipo de obra, como uma mensagem edificante e maneirismos cômicos sustentados por personagens secundários carismáticos. Essa fórmula, instaurada a partir de Toy Story e aperfeiçoada desde então, sempre foi imitada pelos rivais da Pixar. Em maior ou menor grau, dentro do próprio estúdio ela também preencheu lacunas de produções anteriores, mesmo quando algumas não alcançaram o resultado esperado. Aqui, pelo contrário, esses elementos se misturam com um ar de ficção científica mais latente, assim como com um aspecto de terror muito particular — talvez até introdutório para crianças — construído a partir de um conceito que não fere a inocência infantil. Entretanto, o longa acaba não sendo perfeito pelo simples fato de acelerar demais sua resolução no terceiro ato, quando isso poderia ter sido conduzido com maior esmero. Fora isso, é pura diversão familiar inescapável no cinema. Nota do crítico:  Título: Cara de Um, Focinho de Outro Duração: 1h45min Gênero: Animação Onde Assistir: Cinema Sinopse: Para impedir que um bosque que abriga os animais seja destruído, a jovem Mabel transfere a própria mente para um castor robótico realista. Infiltrada no mundo selvagem, a jovem defensora da natureza une forças aos bichos em uma aventura animal.

CRÍTICA | A Noiva!

Uma bagunça completa, mas difícil de desviar o olhar, o segundo filme de Maggie Gyllenhaal é uma exortação punk rock experimental que quer dizer muito e não alcança plenamente esse feito. Quando esta produção lutava para conseguir orçamento para ser realizada na Netflix, a Warner Bros. veio em socorro da diretora, negociando a produção por um valor menor, mas garantindo um lançamento nos cinemas. Diferente de tudo que um espectador possa esperar ao comprar o ingresso, o longa será, no meu entender, avaliado e reavaliado ao longo dos anos que se seguirão, dado o grau claramente divisivo de sua proposta subversiva. A mistura de gêneros consolida uma visão única, mas igualmente falha. A Noiva! se passa em Chicago na década de 1930 e acompanha a história de origem da Noiva, uma jovem assassinada que ganha vida novamente. Sua morte trágica é encomendada pelo monstro do cientista Frankenstein que, solitário, pede uma companheira ao Dr. Euphronius. Os dois trazem de volta à vida uma jovem e, assim, nasce uma nova criatura: a Noiva. Logo, ela descobre um mundo marcado por obsessões e violência, além de se envolver em um romance selvagem e explosivo. Muita coisa é abordada no longa de Maggie: misoginia, violência policial e contra mulheres, máfia inescrupulosa, corrupção no sistema, números musicais em tom de homenagem, pertencimento e o amor como possível cura da solidão. Essa grande mistura — cujo roteiro também é escrito pela própria diretora — não chega a se encaixar plenamente. A única coesão real da narrativa está na atriz Jessie Buckley, futura vencedora do Oscar de Melhor Atriz por Hamnet, de Chloé Zhao. A intérprete está tão maníaca quanto se espera diante do caos da personagem — ou melhor, das três personalidades que ela assume ao longo do filme. Fica evidente não apenas o comprometimento da diretora com sua visão, que neste momento ainda parece difusa, mas também que é em Buckley que tudo ganha vida e contornos de loucura. Chego a admirar seu contraparte, Christian Bale, que interpreta Frank, o monstro de Frankenstein. O ator não chega a incomodar, mas fica aquém do que se espera dele quando divide cena com Buckley. Há uma tentativa de humanizar e compreender a dinâmica não apenas do casal, mas dos personagens como um todo, e isso acaba permanecendo um tanto vago. O que também chama atenção é o subaproveitamento de outros grandes nomes do elenco, como Penélope Cruz, que pouco aparece e merecia um desenvolvimento mais robusto — especialmente considerando o papel de autoridade que sua personagem tenta exercer ao longo da história. Nota do crítico:  Título: A Noiva! Duração: 2h07min Gênero: Drama, Romance, Suspense, Terror, Ficção Científica Onde Assistir: Cinemas Sinopse: Um solitário Frankenstein viaja para a Chicago dos anos 1930 para contactar uma cientista pioneira e lhe pedir que crie uma companheira para ele. Os dois revivem uma jovem assassinada, e a Noiva nasce.