Studio Universal Hotel Transilvânia
Divulgação: Studio Universal, Columbia Pictures and Sony Pictures Animation's

Studio Universal prepara maratona dos filmes de Hotel Transilvânia

Studio Universal prepara maratona especial com os três filmes da franquia de Hotel Transilvânia. Veja as aventuras de Drácula e Mavis.

No dia 15 de junho, sábado, o Studio Universal exibe uma maratona especial da adorada franquia de filmes de animação Hotel Transilvânia. A partir das 17h40, acompanhe em sequência as três aventuras do Conde Drácula, sua filha Mavis, e um elenco de monstros divertidos em três filmes repletos de humor e ação.

HOTEL TRANSILVÂNIA, às 17h40 

Bem-vindo ao Hotel Transilvânia, o luxuoso resort cinco estrelas do Conde Drácula, onde monstros e suas famílias podem passar momentos de tranquilidade e liberdade. Eles desfrutam dessa paz sem a interferência dos humanos. Em um fim de semana especial, Drácula convida alguns de seus melhores amigos, como Frankenstein e sua noiva, a Múmia, o Homem Invisível, e a Família Lobisomem. A ocasião é a celebração do 118º aniversário de sua adorada filha Mavis. Para Drácula, cuidar de todos esses monstros lendários é fácil. No entanto, tudo pode mudar para o pai superprotetor quando um humano comum aparece no hotel e se apaixona por Mavis. O longa-metragem traz vozes originais de astros como Adam Sandler, Fran Drescher, Selena Gomez e David Spade.

HOTEL TRANSILVÂNIA 2, às 19h20 

Tudo está mudando para melhor no Hotel Transilvânia, já que a rígida política de “somente monstros” finalmente foi atenuada, abrindo as portas para hóspedes humanos. No entanto, Drácula está preocupado porque seu adorável neto, Dennis, que é meio humano e meio monstro, não apresenta sinais de ser um vampiro. Enquanto Mavis visita seus sogros humanos com Johnny, enfrentando um grande choque cultural. Drácula convoca seus amigos Frank, Murray, Wayne e Griffin para pôr Dennis no Monstro em Treinamento, um programa intensivo de correção de conduta. O que eles não sabem é que Vlad, o pai mal-humorado e muito velho de Drácula, está prestes a fazer uma visita ao hotel. Quando Vlad descobrir que seu bisneto não é puro-sangue – e que os humanos agora são bem-vindos no Hotel Transilvânia – as coisas vão ficar bem complicadas! O longa-metragem traz um elenco de vozes ainda mais especial: além de Adam Sandler (Drácula) e Selena Gomez (Mavis), estão Andy Samberg (de Brooklin 99) como Jonathan, Steve Buscemi (de Fargo e Cães de Aluguel) como Wayne e o astro veterano Mel Brooks (do icônico O Jovem Frankestein) como Vlad.

HOTEL TRANSILVÂNIA 3: FÉRIAS MONSTRUOSAS, às 21h 

Junte-se à sua família de monstros favorita enquanto eles embarcam em um luxuoso cruzeiro para que Drácula possa tirar férias de verão, proporcionando também um descanso para todos no hotel. A viagem do Drac’s Pack começa tranquilamente, com os monstros aproveitando todas as diversões a bordo, desde jogos em equipe até excursões exóticas. No entanto, as férias dos sonhos tomam um rumo perigoso quando Mavis percebe que Drácula se apaixonou pela capitã humana do navio, Ericka que guarda um segredo misterioso que ameaça a todos. Adam Sandler e Selena Gomez voltam a dar voz a Drácula e Mavis, e estão acompanhados de (Kathryn Hahn (de Wandavision), como Ericka, Keegan-Michael Key (de Wonka), como Murray e o diretor da franquia, Genndy Tartakovsky (do clássico O Laboratório de Dexter), que dubla o monstro-geleia Blobby.

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Restabelecendo o conceito original com uma história fofa e inteligente, a nova animação da Pixar Animation Studios se consagra como um dos longas mais divertidos do estúdio em décadas. Se havia alguma suspeita de que o novo longa pudesse não representar os melhores artifícios do famoso estúdio de animação, essas desconfianças se dissiparam. O filme de Daniel Chong é uma vitória e um retorno à boa forma de histórias divertidas que compreendem seu papel de entretenimento com sabedoria. A nova animação da Pixar, dirigida e escrita por Chong, traz uma história encantadora e inovadora sobre Mabel (Piper Curda), uma jovem amante dos animais que usa uma tecnologia revolucionária para se conectar com o mundo animal de uma maneira única. Graças a uma invenção que permite transferir sua consciência para o corpo de um castor robótico, Mabel pode agora explorar os mistérios do reino animal, vivenciando o mundo de uma perspectiva completamente nova, além de acessar suas próprias emoções e imaginação. Enquanto Mabel se aventura nesse universo fascinante, ela se depara com uma grande ameaça: Jerry (Jon Hamm), o prefeito anti-animal cuja postura hostil em relação aos seres não humanos coloca os animais em risco. Jerry está determinado a acabar com a convivência entre humanos e animais e, portanto, Mabel precisa agir disfarçada como uma marmota robô para desvendar seus planos e proteger seus amigos de patas e penas. É com imensa satisfação que posso afirmar: trata-se de uma fórmula consagrada que se renova quando são dadas as devidas liberdades aos autores. O visual é estonteante e vivo em Cara de Um, Focinho de Outro, e o filme traz elementos já costumeiros desse tipo de obra, como uma mensagem edificante e maneirismos cômicos sustentados por personagens secundários carismáticos. Essa fórmula, instaurada a partir de Toy Story e aperfeiçoada desde então, sempre foi imitada pelos rivais da Pixar. Em maior ou menor grau, dentro do próprio estúdio ela também preencheu lacunas de produções anteriores, mesmo quando algumas não alcançaram o resultado esperado. Aqui, pelo contrário, esses elementos se misturam com um ar de ficção científica mais latente, assim como com um aspecto de terror muito particular — talvez até introdutório para crianças — construído a partir de um conceito que não fere a inocência infantil. Entretanto, o longa acaba não sendo perfeito pelo simples fato de acelerar demais sua resolução no terceiro ato, quando isso poderia ter sido conduzido com maior esmero. Fora isso, é pura diversão familiar inescapável no cinema. Nota do crítico:  Título: Cara de Um, Focinho de Outro Duração: 1h45min Gênero: Animação Onde Assistir: Cinema Sinopse: Para impedir que um bosque que abriga os animais seja destruído, a jovem Mabel transfere a própria mente para um castor robótico realista. Infiltrada no mundo selvagem, a jovem defensora da natureza une forças aos bichos em uma aventura animal.

CRÍTICA | A Noiva!

Uma bagunça completa, mas difícil de desviar o olhar, o segundo filme de Maggie Gyllenhaal é uma exortação punk rock experimental que quer dizer muito e não alcança plenamente esse feito. Quando esta produção lutava para conseguir orçamento para ser realizada na Netflix, a Warner Bros. veio em socorro da diretora, negociando a produção por um valor menor, mas garantindo um lançamento nos cinemas. Diferente de tudo que um espectador possa esperar ao comprar o ingresso, o longa será, no meu entender, avaliado e reavaliado ao longo dos anos que se seguirão, dado o grau claramente divisivo de sua proposta subversiva. A mistura de gêneros consolida uma visão única, mas igualmente falha. A Noiva! se passa em Chicago na década de 1930 e acompanha a história de origem da Noiva, uma jovem assassinada que ganha vida novamente. Sua morte trágica é encomendada pelo monstro do cientista Frankenstein que, solitário, pede uma companheira ao Dr. Euphronius. Os dois trazem de volta à vida uma jovem e, assim, nasce uma nova criatura: a Noiva. Logo, ela descobre um mundo marcado por obsessões e violência, além de se envolver em um romance selvagem e explosivo. Muita coisa é abordada no longa de Maggie: misoginia, violência policial e contra mulheres, máfia inescrupulosa, corrupção no sistema, números musicais em tom de homenagem, pertencimento e o amor como possível cura da solidão. Essa grande mistura — cujo roteiro também é escrito pela própria diretora — não chega a se encaixar plenamente. A única coesão real da narrativa está na atriz Jessie Buckley, futura vencedora do Oscar de Melhor Atriz por Hamnet, de Chloé Zhao. A intérprete está tão maníaca quanto se espera diante do caos da personagem — ou melhor, das três personalidades que ela assume ao longo do filme. Fica evidente não apenas o comprometimento da diretora com sua visão, que neste momento ainda parece difusa, mas também que é em Buckley que tudo ganha vida e contornos de loucura. Chego a admirar seu contraparte, Christian Bale, que interpreta Frank, o monstro de Frankenstein. O ator não chega a incomodar, mas fica aquém do que se espera dele quando divide cena com Buckley. Há uma tentativa de humanizar e compreender a dinâmica não apenas do casal, mas dos personagens como um todo, e isso acaba permanecendo um tanto vago. O que também chama atenção é o subaproveitamento de outros grandes nomes do elenco, como Penélope Cruz, que pouco aparece e merecia um desenvolvimento mais robusto — especialmente considerando o papel de autoridade que sua personagem tenta exercer ao longo da história. Nota do crítico:  Título: A Noiva! Duração: 2h07min Gênero: Drama, Romance, Suspense, Terror, Ficção Científica Onde Assistir: Cinemas Sinopse: Um solitário Frankenstein viaja para a Chicago dos anos 1930 para contactar uma cientista pioneira e lhe pedir que crie uma companheira para ele. Os dois revivem uma jovem assassinada, e a Noiva nasce.