BTS Netflix live
Divulgação/Netflix

BTS | Netflix e HYBE anunciam live global do show de retorno e documentário inédito

Netflix e HYBE anunciam live global do show de retorno do BTS e revelam documentário inédito sobre o comeback do grupo em 2026.

Atenção, ARMY! O BTS está oficialmente de volta. A Netflix e a HYBE anunciaram um evento global sem precedentes: a transmissão ao vivo do show de retorno do grupo, além do lançamento de um documentário inédito que acompanha os bastidores dessa nova fase.

No dia 21 de março, o show BTS THE COMEBACK LIVE | ARIRANG será transmitido ao vivo, com exclusividade na Netflix, às 8h da manhã (horário de Brasília). A apresentação acontece diretamente da praça Gwanghwamun, em Seul, na Coreia do Sul, e celebra o lançamento de ARIRANG, o novo álbum do grupo.

Formado por RM, Jin, SUGA, j-hope, Jimin, V e Jung Kook, o BTS retorna aos palcos após o período de serviço militar obrigatório, marcando um dos momentos mais aguardados da história recente do pop mundial.

Novo álbum e turnê mundial

Além do show ao vivo, o anúncio vem acompanhado de grandes novidades. ARIRANG, quinto álbum de estúdio do grupo, mergulha na identidade, nas raízes culturais e na trajetória dos sete integrantes. O projeto promete um tom mais reflexivo e maduro, sem deixar de lado a grandiosidade que consagrou o grupo.

Logo após o lançamento do álbum, o BTS embarca na turnê mundial ARIRANG Tour (2026–2027). A série de shows passará por 34 regiões, com 82 apresentações espalhadas pela Ásia, América do Norte, América Latina, Europa, Oriente Médio e outros territórios.

Documentário inédito chega à Netflix

Enquanto isso, os fãs também poderão acompanhar de perto os bastidores desse retorno. No dia 27 de março, a Netflix estreia o documentário BTS: O REENCONTRO, que oferece acesso inédito ao processo criativo do grupo.

Dirigido por Bao Nguyen e produzido pela This Machine, em parceria com a HYBE, o filme acompanha os integrantes durante a retomada dos trabalhos, desde os primeiros encontros até a criação das novas músicas. Além disso, o documentário revisita a trajetória que transformou o BTS em um fenômeno global.

Íntimo e emocional, BTS: O REENCONTRO retrata temas como resiliência, amadurecimento e irmandade. Ao longo da narrativa, os artistas refletem sobre o passado, enfrentam dúvidas e redescobrem o prazer de criar juntos, agora em uma nova fase da carreira.

Marco histórico para a Netflix

Por fim, BTS THE COMEBACK LIVE | ARIRANG também marca um momento histórico para a Netflix. Esta será a primeira transmissão ao vivo global diretamente da Coreia do Sul na plataforma, ampliando ainda mais o catálogo de eventos ao vivo do streaming.

O show se junta a outras grandes transmissões recentes, consolidando a Netflix como um espaço cada vez mais relevante para experiências musicais e eventos globais.

O comeback do BTS já começou — e promete entrar para a história da cultura pop.

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CRÍTICA | Cara de Um, Focinho de Outro

Restabelecendo o conceito original com uma história fofa e inteligente, a nova animação da Pixar Animation Studios se consagra como um dos longas mais divertidos do estúdio em décadas. Se havia alguma suspeita de que o novo longa pudesse não representar os melhores artifícios do famoso estúdio de animação, essas desconfianças se dissiparam. O filme de Daniel Chong é uma vitória e um retorno à boa forma de histórias divertidas que compreendem seu papel de entretenimento com sabedoria. A nova animação da Pixar, dirigida e escrita por Chong, traz uma história encantadora e inovadora sobre Mabel (Piper Curda), uma jovem amante dos animais que usa uma tecnologia revolucionária para se conectar com o mundo animal de uma maneira única. Graças a uma invenção que permite transferir sua consciência para o corpo de um castor robótico, Mabel pode agora explorar os mistérios do reino animal, vivenciando o mundo de uma perspectiva completamente nova, além de acessar suas próprias emoções e imaginação. Enquanto Mabel se aventura nesse universo fascinante, ela se depara com uma grande ameaça: Jerry (Jon Hamm), o prefeito anti-animal cuja postura hostil em relação aos seres não humanos coloca os animais em risco. Jerry está determinado a acabar com a convivência entre humanos e animais e, portanto, Mabel precisa agir disfarçada como uma marmota robô para desvendar seus planos e proteger seus amigos de patas e penas. É com imensa satisfação que posso afirmar: trata-se de uma fórmula consagrada que se renova quando são dadas as devidas liberdades aos autores. O visual é estonteante e vivo em Cara de Um, Focinho de Outro, e o filme traz elementos já costumeiros desse tipo de obra, como uma mensagem edificante e maneirismos cômicos sustentados por personagens secundários carismáticos. Essa fórmula, instaurada a partir de Toy Story e aperfeiçoada desde então, sempre foi imitada pelos rivais da Pixar. Em maior ou menor grau, dentro do próprio estúdio ela também preencheu lacunas de produções anteriores, mesmo quando algumas não alcançaram o resultado esperado. Aqui, pelo contrário, esses elementos se misturam com um ar de ficção científica mais latente, assim como com um aspecto de terror muito particular — talvez até introdutório para crianças — construído a partir de um conceito que não fere a inocência infantil. Entretanto, o longa acaba não sendo perfeito pelo simples fato de acelerar demais sua resolução no terceiro ato, quando isso poderia ter sido conduzido com maior esmero. Fora isso, é pura diversão familiar inescapável no cinema. Nota do crítico:  Título: Cara de Um, Focinho de Outro Duração: 1h45min Gênero: Animação Onde Assistir: Cinema Sinopse: Para impedir que um bosque que abriga os animais seja destruído, a jovem Mabel transfere a própria mente para um castor robótico realista. Infiltrada no mundo selvagem, a jovem defensora da natureza une forças aos bichos em uma aventura animal.

CRÍTICA | A Noiva!

Uma bagunça completa, mas difícil de desviar o olhar, o segundo filme de Maggie Gyllenhaal é uma exortação punk rock experimental que quer dizer muito e não alcança plenamente esse feito. Quando esta produção lutava para conseguir orçamento para ser realizada na Netflix, a Warner Bros. veio em socorro da diretora, negociando a produção por um valor menor, mas garantindo um lançamento nos cinemas. Diferente de tudo que um espectador possa esperar ao comprar o ingresso, o longa será, no meu entender, avaliado e reavaliado ao longo dos anos que se seguirão, dado o grau claramente divisivo de sua proposta subversiva. A mistura de gêneros consolida uma visão única, mas igualmente falha. A Noiva! se passa em Chicago na década de 1930 e acompanha a história de origem da Noiva, uma jovem assassinada que ganha vida novamente. Sua morte trágica é encomendada pelo monstro do cientista Frankenstein que, solitário, pede uma companheira ao Dr. Euphronius. Os dois trazem de volta à vida uma jovem e, assim, nasce uma nova criatura: a Noiva. Logo, ela descobre um mundo marcado por obsessões e violência, além de se envolver em um romance selvagem e explosivo. Muita coisa é abordada no longa de Maggie: misoginia, violência policial e contra mulheres, máfia inescrupulosa, corrupção no sistema, números musicais em tom de homenagem, pertencimento e o amor como possível cura da solidão. Essa grande mistura — cujo roteiro também é escrito pela própria diretora — não chega a se encaixar plenamente. A única coesão real da narrativa está na atriz Jessie Buckley, futura vencedora do Oscar de Melhor Atriz por Hamnet, de Chloé Zhao. A intérprete está tão maníaca quanto se espera diante do caos da personagem — ou melhor, das três personalidades que ela assume ao longo do filme. Fica evidente não apenas o comprometimento da diretora com sua visão, que neste momento ainda parece difusa, mas também que é em Buckley que tudo ganha vida e contornos de loucura. Chego a admirar seu contraparte, Christian Bale, que interpreta Frank, o monstro de Frankenstein. O ator não chega a incomodar, mas fica aquém do que se espera dele quando divide cena com Buckley. Há uma tentativa de humanizar e compreender a dinâmica não apenas do casal, mas dos personagens como um todo, e isso acaba permanecendo um tanto vago. O que também chama atenção é o subaproveitamento de outros grandes nomes do elenco, como Penélope Cruz, que pouco aparece e merecia um desenvolvimento mais robusto — especialmente considerando o papel de autoridade que sua personagem tenta exercer ao longo da história. Nota do crítico:  Título: A Noiva! Duração: 2h07min Gênero: Drama, Romance, Suspense, Terror, Ficção Científica Onde Assistir: Cinemas Sinopse: Um solitário Frankenstein viaja para a Chicago dos anos 1930 para contactar uma cientista pioneira e lhe pedir que crie uma companheira para ele. Os dois revivem uma jovem assassinada, e a Noiva nasce.