O painel de “O Rei da Internet” incendiou o Palco Thunder da CCXP25. Durante o encontro, João Guilherme dividiu a apresentação com Daniel Nascimento, o protagonista da história real que inspirou o filme. Além disso, eles estiveram acompanhados pelo diretor e co-roteirista Fabrício Bittar, conhecido por “Como Hackear Seu Chefe” e “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola”.
O público assistiu aos primeiros sete minutos do longa e encontrou um recorte vibrante dos anos 2000. Nesse trecho, a narrativa destaca festas, ostentação, excesso e a cultura digital daquele período. Ao final da exibição, a produção confirmou a estreia nos cinemas brasileiros para 2 de abril de 2026.
Com distribuição da Manequim Filmes, selo da Vitrine Filmes, o longa também conta com coprodução do Telecine e do Clube Filmes. Dessa forma, o projeto ganha força comercial e estética, equilibrando nostalgia e investigação.
João Guilherme comentou que mergulhar na vida de Daniel foi uma experiência intensa. “Tentei entender o que se passava na cabeça dele. Por isso, conversamos bastante sobre suas motivações e sobre como cada decisão moldou sua trajetória.”
Em seguida, Fabrício Bittar explicou que entrevistou Daniel inúmeras vezes antes de finalizar o roteiro. Para ele, a força do cinema está em revelar a vulnerabilidade por trás do mito. “O bom é mostrar a verdade e deixar o público refletir sobre o que aconteceu.”
Por fim, Daniel afirmou que reencontrar sua própria história no papel foi impactante. “Ler tudo aquilo anos depois mexeu comigo. Afinal, eu vivi essa ascensão quando ainda era adolescente.”
Inspirado na juventude de Daniel Nascimento, “O Rei da Internet” expõe sua ascensão como hacker, seu envolvimento com um grupo que movimentou milhões e o choque com a operação da Polícia Federal. Tudo isso antes de completar 17 anos.





