princesa Disney

17 filmes de princesa para assistir no Disney+

Anualmente, a última semana de agosto é dedicada à franquia Disney Princesa com ativações ao redor do mundo.

The Walt Disney Company anunciou recentemente a nova campanha global Disney Princesa: Crie o Seu Mundo, lançada em agosto de 2024, que busca incentivar meninas e mulheres a usarem a imaginação, experimentar coisas novas, crer em si mesmo e abraçar a sua princesa interior por meio de iniciativas a serem realizadas ao redor do mundo nos próximos três anos.

Entre as ativações previstas para este mês estão o lançamento de um spot especial da campanha, conteúdos no Disney+ e canais lineares, além de produtos de consumo de Disney Princesa em destaque nas principais lojas físicas e digitais, como Amazon e Mercado Livre.

Para celebrar a nova fase da franquia e a Semana Mundial das Princesas (World Princess Week) – comemorada anualmente na última semana de agosto – que tal uma maratona no Disney+ para relembrar as histórias das Princesas Disney?

Confira abaixo as indicações da Disney, que estão alinhadas exatamente com o conceito da nova campanha, já que nas produções as princesas fazem de tudo para criar os seus próprios mundos, dentro de suas possibilidades e desejos.

Clássicos

Branca de Neve e os Sete Anões (1937)

Para sempre encantador e inspirador, “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937) personifica o legado da animação da Walt Disney Signatur Collection. Nesta história épica de amor e amizade, a bela e amável princesa Branca de Neve conquista os corações dos Sete Anões e triunfa sobre os planos malignos da Rainha Má. 

Cinderela (1950)

“Cinderela”, um dos contos de fadas mais amados de todos os tempos, tem encantado gerações com sua história mágica, músicas inesquecíveis, animação espetacular e personagens icônicos. Com um simples aceno de mão – e um pouco de Bibbidi-Bobbidi-Boo – a Fada Madrinha transforma uma abóbora comum em uma magnífica carruagem e as roupas modestas de Cinderela em um deslumbrante vestido. Ela então a envia ao Baile Real, onde a magia toma conta da noite, mas o encantamento se desfaz à meia-noite, deixando Cinderela correr contra o tempo.

A Bela Adormecida (1959)

“A Bela Adormecida” conta a história da Princesa Aurora e da maldição lançada sobre ela pela vingativa bruxa Malévola. De acordo com a profecia, Aurora espetará o dedo no fuso de uma roca de fiar e cairá em sono profundo no dia do seu 16º aniversário, despertando apenas com o beijo de seu verdadeiro amor. 

A Pequena Sereia (1989)

Ariel, a sereia adorável e travessa, está encantada com tudo que é humano. Desafiando a ordem do pai para não se aproximar do mundo acima do mar, Ariel nada até a superfície. Em meio a uma tempestade enfurecida, ela salva o príncipe de seus sonhos. Determinada a se tornar humana, Ariel faz um acordo com Úrsula, a maliciosa bruxa do mar, trocando suas barbatanas e sua bela voz por um par de pernas. Com a companhia de seu melhor amigo, o adorável e tagarela Linguado, e do relutante Sebastião, o hilário caranguejo caribenho cantor de reggae, Ariel precisa conquistar o amor do príncipe e salvar o reino de seu pai.

A Bela e a Fera (1991)

Junte-se à corajosa e independente Bela em uma aventura emocionante enquanto ela se prepara para salvar seu pai e descobre o castelo encantado de uma fera misteriosa. Nesta história atemporal, você encontrará personagens inesquecíveis e músicas memoráveis que têm encantado o mundo, tornando-se um dos filmes mais aclamados dos Estúdios Walt Disney.

Pocahontas (1995)

À margem das águas de Virgínia, EUA, Pocahontas, a princesa de espírito livre e filha do Chefe do povo nativo americano Powhatan. Observa a chegada de um misterioso navio com trabalhadores ingleses liderados pelo ambicioso Ratcliffe e pelo corajoso capitão John Smith. Ao lado de seus amigos Meeko, um guaxinim travesso, e Flit, um beija-flor espirituoso, Pocahontas rapidamente se torna amiga do capitão Smith. Quando o clima fica pesado entre seus povos, Pocahontas busca a sabedoria da avó Willow para ajudá-la a encontrar uma maneira para que os povos vivam em harmonia.

Mulan (1998)

Mulan, uma garota rebelde e diferente das outras meninas dessa sociedade tão tradicional, descobre que seu pai, já ancião, é convocado a se alistar no exército para defender a China dos terríveis invasores Hunos! Em um ato de valentia e generosidade, Mulan se disfarça de homem e toma o lugar do pai no Exército Imperial.

Contemporâneos

A Princesa e o Sapo (2009)

Tiana é uma bela jovem que vive em Nova Orleans. Desde criança ela sonha em ter um restaurante próprio, o que faz com que tenha dois empregos e junte o máximo de dinheiro possível. Para conseguir a quantia necessária para que possa finalmente alugar o imóvel de seus sonhos, ela aceita trabalhar na festa realizada por Charlotte LaBouff, sua amiga de infância. Charlotte deseja conquistar o príncipe Naveen, que acaba de chegar à cidade. Entretanto, um incidente faz com que Tiana troque de roupa e, no quarto de Charlotte, use um de seus vestidos. É quando surge um sapo, anunciando ser um príncipe e pedindo a Tiana que lhe conceda um beijo para que o feitiço nele aplicado seja quebrado.

Enrolados (2010)

Quando o criminoso mais procurado – e charmoso – do reino, Flynn Rider, se esconde em uma misteriosa torre, a última coisa que ele espera é encontrar Rapunzel, uma garota espirituosa com um superpoder incomum: 21 metros de cabelo dourado e mágico! Juntos, o casal parte em uma fantástica jornada recheada de heróis surpreendentes, muita risada e expectativa. 

Valente (2012)

Determinada a trilhar seu próprio caminho na vida, Merida desafia uma antiga tradição sagrada dos indisciplinados e barulhentos lordes do reino. Quando Merida desencadeia o caos no reino com seus atos, ela precisa recorrer a todas as suas habilidades e recursos para desfazer uma terrível maldição antes que seja tarde demais. Com a ajuda de seus espertos e travessos irmãos trigêmeos, Merida embarca em uma jornada para descobrir o verdadeiro significado da valentia.

Frozen (2013)

A destemida e otimista Anna embarca em uma jornada épica ao lado do montanhês Kristoff e sua leal rena Sven para encontrar sua irmã Elsa. Elsa, com seus poderes congelantes, aprisionou o reino de Arendelle em um inverno eterno. Ao longo do caminho, eles enfrentam condições de Everest, encontram trolls místicos e fazem amizade com um hilário boneco de neve chamado Olaf. Juntos, Anna e Kristoff enfrentam inúmeros obstáculos em uma corrida contra o tempo para salvar o reino.

Moana: Uma Mar de Aventuras (2016)

Moana Waialiki é uma jovem corajosa, filha do chefe de uma tribo na Oceania, vinda de uma longa linhagem de navegadores. Querendo descobrir mais sobre seu passado e ajudar a família, ela resolve partir em busca de seus ancestrais, habitantes de uma ilha mítica que ninguém sabe onde é.

Raya e o Último Dragão (2021)

Raya e o Último Dragão nos transporta para o maravilhoso mundo de Kumandra, onde humanos e dragões coexistiam em harmonia. Contudo, uma grande ameaça surge, forçando os dragões a se sacrificarem para salvar a humanidade. Agora, 500 anos depois, o perigo retorna, e a corajosa guerreira Raya embarca em uma jornada épica. Sua missão é encontrar o último dragão, restaurar o equilíbrio e unir os povos divididos.

Live-Actions

Cinderela (2015)

A história de “Cinderela” segue a vida da jovem Ella (Lily James), cujo pai comerciante casa novamente depois que fica viúvo de sua mãe. Ansiosa para apoiar o adorado pai, Ella recebe bem a madrasta (Cate Blanchett) e suas filhas, Anastácia (Holliday Grainger) e Drisela (Sophie McShera), na casa da família. Mas quando o pai de Ella falece inesperadamente, ela se vê à mercê de uma nova família cruel e invejosa.

A Bela e A Fera (2017)

Na adaptação em live-action do clássico de animação da Disney “A Bela e a Fera“, a história e os personagens que o público conhece e adora ganham vida de forma espetacular. Este deslumbrante evento cinematográfico celebra uma das histórias mais amadas, trazendo uma nova dimensão à magia do conto.

Mulan (2020)

Em Mulan, da Disney, a aclamada cineasta Niki Caro traz à vida o épico conto chinês. Nele, uma jovem destemida arrisca tudo por amor à sua família e ao seu país. Dessa forma, ela se torna uma das maiores guerreiras da história da China. Quando o imperador decreta que um homem em cada família deve servir no Exército Imperial, a situação se complica. Hua Mulan, filha mais velha de um honrado guerreiro, entra em cena para substituir seu pai doente.

A Pequena Sereia (2023)

Nesta versão repaginada da adorada história, a curiosa sereia Ariel decide emergir das profundezas e conhecer a vida em terra firme, contrariando os conselhos de seu pai. E em meio a novas e arriscadas aventuras, ela encontra um príncipe, uma bruxa do mar, e mergulha em uma inesperada jornada de autodescoberta.

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CRÍTICA | Cara de Um, Focinho de Outro

Restabelecendo o conceito original com uma história fofa e inteligente, a nova animação da Pixar Animation Studios se consagra como um dos longas mais divertidos do estúdio em décadas. Se havia alguma suspeita de que o novo longa pudesse não representar os melhores artifícios do famoso estúdio de animação, essas desconfianças se dissiparam. O filme de Daniel Chong é uma vitória e um retorno à boa forma de histórias divertidas que compreendem seu papel de entretenimento com sabedoria. A nova animação da Pixar, dirigida e escrita por Chong, traz uma história encantadora e inovadora sobre Mabel (Piper Curda), uma jovem amante dos animais que usa uma tecnologia revolucionária para se conectar com o mundo animal de uma maneira única. Graças a uma invenção que permite transferir sua consciência para o corpo de um castor robótico, Mabel pode agora explorar os mistérios do reino animal, vivenciando o mundo de uma perspectiva completamente nova, além de acessar suas próprias emoções e imaginação. Enquanto Mabel se aventura nesse universo fascinante, ela se depara com uma grande ameaça: Jerry (Jon Hamm), o prefeito anti-animal cuja postura hostil em relação aos seres não humanos coloca os animais em risco. Jerry está determinado a acabar com a convivência entre humanos e animais e, portanto, Mabel precisa agir disfarçada como uma marmota robô para desvendar seus planos e proteger seus amigos de patas e penas. É com imensa satisfação que posso afirmar: trata-se de uma fórmula consagrada que se renova quando são dadas as devidas liberdades aos autores. O visual é estonteante e vivo em Cara de Um, Focinho de Outro, e o filme traz elementos já costumeiros desse tipo de obra, como uma mensagem edificante e maneirismos cômicos sustentados por personagens secundários carismáticos. Essa fórmula, instaurada a partir de Toy Story e aperfeiçoada desde então, sempre foi imitada pelos rivais da Pixar. Em maior ou menor grau, dentro do próprio estúdio ela também preencheu lacunas de produções anteriores, mesmo quando algumas não alcançaram o resultado esperado. Aqui, pelo contrário, esses elementos se misturam com um ar de ficção científica mais latente, assim como com um aspecto de terror muito particular — talvez até introdutório para crianças — construído a partir de um conceito que não fere a inocência infantil. Entretanto, o longa acaba não sendo perfeito pelo simples fato de acelerar demais sua resolução no terceiro ato, quando isso poderia ter sido conduzido com maior esmero. Fora isso, é pura diversão familiar inescapável no cinema. Nota do crítico:  Título: Cara de Um, Focinho de Outro Duração: 1h45min Gênero: Animação Onde Assistir: Cinema Sinopse: Para impedir que um bosque que abriga os animais seja destruído, a jovem Mabel transfere a própria mente para um castor robótico realista. Infiltrada no mundo selvagem, a jovem defensora da natureza une forças aos bichos em uma aventura animal.

CRÍTICA | A Noiva!

Uma bagunça completa, mas difícil de desviar o olhar, o segundo filme de Maggie Gyllenhaal é uma exortação punk rock experimental que quer dizer muito e não alcança plenamente esse feito. Quando esta produção lutava para conseguir orçamento para ser realizada na Netflix, a Warner Bros. veio em socorro da diretora, negociando a produção por um valor menor, mas garantindo um lançamento nos cinemas. Diferente de tudo que um espectador possa esperar ao comprar o ingresso, o longa será, no meu entender, avaliado e reavaliado ao longo dos anos que se seguirão, dado o grau claramente divisivo de sua proposta subversiva. A mistura de gêneros consolida uma visão única, mas igualmente falha. A Noiva! se passa em Chicago na década de 1930 e acompanha a história de origem da Noiva, uma jovem assassinada que ganha vida novamente. Sua morte trágica é encomendada pelo monstro do cientista Frankenstein que, solitário, pede uma companheira ao Dr. Euphronius. Os dois trazem de volta à vida uma jovem e, assim, nasce uma nova criatura: a Noiva. Logo, ela descobre um mundo marcado por obsessões e violência, além de se envolver em um romance selvagem e explosivo. Muita coisa é abordada no longa de Maggie: misoginia, violência policial e contra mulheres, máfia inescrupulosa, corrupção no sistema, números musicais em tom de homenagem, pertencimento e o amor como possível cura da solidão. Essa grande mistura — cujo roteiro também é escrito pela própria diretora — não chega a se encaixar plenamente. A única coesão real da narrativa está na atriz Jessie Buckley, futura vencedora do Oscar de Melhor Atriz por Hamnet, de Chloé Zhao. A intérprete está tão maníaca quanto se espera diante do caos da personagem — ou melhor, das três personalidades que ela assume ao longo do filme. Fica evidente não apenas o comprometimento da diretora com sua visão, que neste momento ainda parece difusa, mas também que é em Buckley que tudo ganha vida e contornos de loucura. Chego a admirar seu contraparte, Christian Bale, que interpreta Frank, o monstro de Frankenstein. O ator não chega a incomodar, mas fica aquém do que se espera dele quando divide cena com Buckley. Há uma tentativa de humanizar e compreender a dinâmica não apenas do casal, mas dos personagens como um todo, e isso acaba permanecendo um tanto vago. O que também chama atenção é o subaproveitamento de outros grandes nomes do elenco, como Penélope Cruz, que pouco aparece e merecia um desenvolvimento mais robusto — especialmente considerando o papel de autoridade que sua personagem tenta exercer ao longo da história. Nota do crítico:  Título: A Noiva! Duração: 2h07min Gênero: Drama, Romance, Suspense, Terror, Ficção Científica Onde Assistir: Cinemas Sinopse: Um solitário Frankenstein viaja para a Chicago dos anos 1930 para contactar uma cientista pioneira e lhe pedir que crie uma companheira para ele. Os dois revivem uma jovem assassinada, e a Noiva nasce.